Demissões à vista na Telefônica

Aqueles profissionais que carregam consigo um crachá os identificando como funcionários de certa operadora controlada por um grupo espanhol têm muito a temer. A Telefônica planeja demitir nos próximos meses cerca de 2 mil funcionários, de acordo com informações levantadas pelo site da revista Info.

No mês passado a companhia anunciou a demissão de 25 vice-presidentes e diretores. Ou seja, pessoas em cargos executivos que foram extintos ou receberam um novo profissional por meio de promoção feita internamente.


Demitido?

Não para por aí. A revista diz que em março haverá desligamento de 2 mil funcionários. São 10% da força de trabalho de que a Telefônica dispõe atualmente. Número bastante elevado que reflete a situação de uma gigantes das telecomunicações do país depois de passar por uma fusão.

Aliás, a fusão da Telefônica com a Vivo é o principal motivo alegado. Eles querem evitar a chamada duplicidade de função. Eu venho tocando nesse ponto faz tempo em artigos no Tecnoblog: quando duas empresas se associam, é natural que certos departamentos cumpram atividades similares.

Agora é chegada a hora do grupo Telefônica/Vivo (que muda de nome para apenas Vivo no mês que vem, conforme o Tecnoblog antecipou) passar por esse processo. Para reduzir custos, sem dúvida alguma. A Oi e a Brasil Telecom também tiveram que cortar gordura quando se associaram e a Oi assumiu o tamanho gigantesco que tem atualmente.

Só falta o grupo América Movil (dono de Claro, Embratel e Net) admitir que segue pelo mesmo caminho. Sabemos (de antemão) que o serviço Via Embratel de televisão por assinatura passa a se chamar Claro TV e que o telefone fixo Livre passa a se chamar Claro Fixo. O grupo sinaliza que a Embratel continua existindo como está. Eu duvido que vá permanecer assim por muito tempo.

fonte: http://tecnoblog.net/93213/telefonica-vivo-demissoes/

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Galaxy Note: longe de um bom tablet

Aparelho da Samsung chega ao Brasil com tela de alta resolução e boa velocidade, mas caneta especial não agrega muito ao usuário.

O Samsung Galaxy Note, um smartphone-tablet, chega esta semana ao Brasil, mas talvez a compra não seja vantajosa. É que, apesar da tela de alta resolução e da velocidade, o produto é muito caro e não oferece funções atraentes o suficiente para justificar o preço.

Aparelho é sofisticado, mas precisa de canetinha

Um dos destaques do Galaxy Note é a resolução da tela, 1280 x 800 pixels, pouco comum para um display de 5,3 polegadas. A alta velocidade do aparelho, proporcionada pelo processador Dual Core de 1,4 GHz, também chama a atenção. O Samsung Galaxy Note vem equipado com o sistema operacional Android 2.3 Gingerbread.

Samsung

O peso e a espessura facilitam o manuseio do aparelho

Os 180 gramas do aparelho e sua espessura de menos de 1 centímetro tornam o seu uso bem confortável. Para fazer chamadas, no entanto, ele é um pouco volumoso. Outro destaque é a S Pen, canetinha semelhante às usadas em PDAs, na década de 90.

Algumas funções são prejudicadas sem a S Pen.

Com ela é possível escrever como se a tela do smartphone fosse um bloco de anotações, embora a função seja lenta e não identifique a palavra escrita. Com o aplicativo S Memo, você ainda pode importar fotos, desenhos e textos e editá-los, introduzindo diversos elementos.

Samsung

Com o aplicativo S Memo, você importa e edita imagens

A caneta também é útil para aplicações como o S Planner, um calendário virtual onde você organizar horários e compromissos, arrastando-os com a caneta. Se você quiser dispensar a S Pen, ou seja, editar a agenda com os dedos, poderá ter dificuldade para executar essas tarefas.

O Galaxy Note deverá ser vendido no Brasil ao preço médio de R$ 2 mil. Mas, se você puder esperar, novos tablets devem chegar em breve ao mercado com funções mais atraentes e por um preço similar.

Última atualização em Dezembro de 2011

Fonte: http://www.proteste.org.br/informatica/galaxy-note-longe-de-um-bom-tablet-s558731.htm

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