E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, ou no trabalho…?
E se usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssmos viver sem ela?
E se déssemos de presentes ás crianças?
Ame ao próximo não é um conselho, é um mandamento.
Ame ao próximo não é um conselho, é um mandamento. Essa frase sai da boca de um musico “herege”, que faz musicas não cristã e que muitos atacam, essa é nossa essência, atacar, não ser um no mesmo ponto, ter diferentes pontos para a mesma mensagem. Estamos deixando de ser cristãos unidos e estamos partindo para ser plantadores de intriga, plantadores de mentiras, plantadores de inverdades, plantadores de tudo menos do verdadeiro amor. A mensagem de Cristo é única e o que nós estamos fazendo?
Pare um instante!
Metanóia e o impulso na gestão organizacional
Lembra daquela reunião na empresa, no condomínio, do grupo na escola, ou daquele seminário que você participou e saiu motivado prometendo que no dia seguinte faria uma revolução com as informações obtidas?
Talvez se lembre não só de uma situação, mas de várias, onde a vontade de transformar o mundo ficou do lado de fora do portão de casa, ou se foi com o banho quente antes de dormir, quem sabe não foi levado pelos sonhos da noite, como também pode ter-se dissipado no caminho do trabalho, não?
Refletindo, você começa a se perguntar o que ouve com aquela vontade toda de fazer algo grande, porque conceitos que lhe despertaram de interesses horas depois parecem não significar nada?
Tudo naquele momento parecia tão claro, agora parece que restou muito pouco!
Coletar informações é diferente de aprender. Ler tudo que há sobre os carros de fórmula 1 e as formas de pilotá-lo não o habilitam a conduzi-lo.
A aprendizagem de fato demanda o comprometimento com a superação, com a mudança de estado, com a mudança de espírito.
Há alguns anos trabalhei com um dirigente que não tinha a menor vocação e, como dizemos popularmente, gosto pela informática. Era muito difícil convence-lo que os microcomputadores fariam o trabalho pesado e com isso teria mais tempo para se dedicar a análises reflexões em seus projetos.
Seguindo a tendência, na época, um laptop lhe foi dedicado e as mudanças começaram a acontecer. Ganhamos um fervoroso adepto da informática, que agora sim nos dava um enorme trabalho, querendo aprender que fosse possível sobre planilhas eletrônicas.
Nada mais de falar em formulários de 13 colunas, tão venerado para elaboração dos quadros orçamentários e somas cruzadas para ter certeza que não haviam erros aritméticos.
Sempre me perguntei que nome poderíamos dar a essa mudança na forma de ver as coisas? Metanóia. Sim, Metanóia.
Ops, calma , não se assuste , isso não tem a ver com paranóia , não está associado a usuários de droga , nóias , como hoje são chamados, nem tem a ver com paranóia com metas .
A palavra metanóia quer dizer mudança de mentalidade. Para os gregos tem um significado especial como ir além, passar além de , ultrapassar, exceder , elevar-se acima de , transcender. Meta, como acima ou além e nóia, vem de nous, mente.
Podemos considerar metanóia também como transformação do pensamento, mudança de mentalidade, aspectos fundamentais para que as informações coletadas se transformem em aprendizado e, consequentemente, aplicação prática.
Vamos encontrar na tradição católica essa palavra com o significado conversão espiritual, penitência, arrependimento, não é nosso foco aqui, mas qualquer que seja seu interesse vale a pena estuda-la e refletir sobre sua profundidade.
O aprendizado pode levá-lo a dois caminhos, adaptar-se ao mundo em que vive ou provocar transformações neste.
Qualquer que seja o caminho tomado há a necessidade de uma mudança de mentalidade, para entendimento e aceitação dos fatos ou contestação e ação para transformação.
Há um famoso ditado que diz que a mente que aprende se expande e nunca mais volta ao tamanho original.
Isso vale para uma pessoa, um grupo, uma empresa.
Você já notou que em algumas empresas a saída de duas ou três pessoas leva à uma grande desorganização de um processo estabelecido e fundamentado? O grupo que continua trabalhando não consegue manter o mesmo ritmo, sintonia, organização?
O que garantia a qualidade do trabalho não eram os manuais e procedimentos escritos, conversados, debatidos, mas a mentalidade, a forma como as tarefas eram supervisionadas e os desvios corrigidos.
O grupo continua com as informações, mas não tem a mesma capacidade gerativa das pessoas que deixaram a empresa.
Quando os seus projetos não estiverem atingindo os objetivos reflita um pouco e verifique se as pessoas realmente entenderam todo o processo e se não é necessário incentivar e provocar uma mudança de mentalidade para captação das questões e metas colocadas.
Lembre-se, fazer todos os dias a mesma coisa e esperar resultados diferentes é sinal de loucura, nesse aspecto o entendimento da metanóia pode ajudá-lo a impulsionar seus resultados .
Ore
24 de Setembro de 2008
Ore pelos cristãos na Índia que estão sofrendo perseguições. Pessoas estão sendo assassinadas e igrejas sendo atacadas.
Veja a notícia completa aqui! Ore…
Evangelização e marketing |
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Jung Mo Sung |
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24 de setembro de 2008 |
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Sem entrar na discussão sobre a contradição ou não entre um video-game violento e a mensagem de paz (apesar de que nem sempre o que as igrejas pregam são realmente mensagens de paz), eu quero chamar atenção para o fato de que a lógica por trás dessa estratégia pastoral é a aplicação no campo religioso da lógica de marketing: pesquisar os desejos do público alvo e adequar a oferta a esses desejos. Quando o objetivo maior de uma igreja é aumentar o número dos fiéis, parece-me bastante razoável que se aplique a lógica e as técnicas de marketing ao campo religioso. Pois, se há uma “ciência” bem desenvolvida para atender os desejos de seu público alvo e aumentar a fatia no “mercado” (seja religioso ou um outro) é o marketing. Esta é a razão pela qual o uso da lógica de marketing não está restrito às igrejas dos Estados Unidos, mas também em outros países como Brasil. Há setores das igrejas cristãs que acreditam que a solução para os problemas pastorais e, especialmente, para fazer a igreja crescer (quantitativamente) está no marketing. Esta proposta é bastante sedutora, pois muitos bispos e lideranças das igrejas estão, com certa razão, preocupados com o número de fiéis. E como as teologias tradicionalmente utilizadas nos seminários e nas pastorais não estão conseguindo solucionar este problema, marketing soa como uma inovação salvadora. Assim, muitas igrejas cristãs (inclusive a católica) possuem ou estão criando institutos de marketing a ou algo que parece como “departamento de marketing” no interior das igrejas. O maior problema dessa tendência é que a lógica profética do cristianismo entra em contradição com a lógica do marketing. As igrejas e pessoas que assumem a missão de anunciar a boa-nova do Evangelho devem ouvir em primeiro lugar a Palavra de Deus, e não os desejos dos “consumidores”. Pois se missão cristã é simplesmente atender os desejos religiosos do povo para encher as suas igrejas, o chamado à conversão não faz sentido. A conversão só ocorre porque as pessoas encontram valores e propostas que são diferentes do que estão desejando. Oferecer video-games violentos, adocicar a mensagem cristã ou reduzir as liturgias a shows emotivos pode ajudar encher as igrejas, mas é também correr um sério risco de esvaziar ou até mesmo negar o evangelho. Por outro lado, eu penso que as igrejas podem e até devem levar em consideração as técnicas de comunicação e de marketing na sua missão profética de criticar as injustiças e desumanidades que marcam o nosso mundo e anunciar a esperança de um mundo mais humano. A lógica do marketing não é compatível com a missão cristã, mas há técnicas e conhecimentos utilizados pelo pessoal do marketing que podem ser aproveitados em outras lógicas. Um exemplo simples disso: o uso das técnicas de comunicação visual na confecção de materiais das lutas sociais. O equívoco do pessoal que acreditam que o marketing é a “salvação” para a pastoral não pode nos levar a outro equívoco de não aprendermos os conhecimentos e técnicas utilizados no campo de marketing que poderiam ser muito úteis na nossa missão profética. Fonte: www.vidaacademica.net |
Que muro alto…só falta pintar.
Posted: 05 Sep 2008 09:38 AM CDT
Hoje pela manhã a caminho da Casa do Maná na AMME Evangelizar, na mesma calçada que eu, vinha uma mulher e duas crianças, possivelmente a mãe e seus dois filhos. Ao passarem por mim, a mãe olhou para o muro de uma casa e disse: “que muro alto”, um dos meninos, o mais velho logo olhou e acrescentou seu comentário com relação ao muro citado por ela: “só falta pintar”. O mais pequeno, que vestia um uniforme da escolinha de futebol à qual deveriam estar indo, “não disse nada” ao olhar o mesmo muro. Embora foi um momento rápido, só de passagem, pude observar aquela situação e fazer uma aplicação bem simples no que diz respeito à Evangelização, ou melhor, ao preparo dos santos para cumpri-la. Logo pensei, “que percepções diferentes com relação a mesma coisa”. A mãe observou a altura do muro, o menino mais velho a necessidade da pintura e o mais novo não disse nada. Pode ser que este, que não disse nada estivesse concentrado na escolinha de futebol que estava logo ali, do outro lado da rua, sua mente estava focada em outra coisa. Olhando para nós como igreja, na obra da evangelização temos a diversidade de dons, por isso nem todos vêem a mesma coisa da mesma forma. Isto é excelente pois aí reside a edificação, quando cada um , que atua na mesma tarefa, mas contribuindo de forma diferente, os alvos são alcançados. O que você não pode fazer é ver as pessoas da igreja se envolvendo, trabalhando, dando suas opiniões, debatendo sobre a salvação de vidas e fazer como o menino que não disse nada, ancioso por chegar na “escolinha de futebol”. Aproveitando o que já fora citado anteriormente aqui no evangelizabrasil, quero oferecer a você a oportunidade de ver se você não é um dos dons que Deus tem dado à sua igreja local para preparar os santos para a obra do ministério. Segue texto do missionário José Bernardo, da AMME Evangelizar:
“Evangelização total
Muitos crentes sentem-se desestimulados para a evangelização porque não se identificam com as estratégias que sua igreja disponibiliza. Nestes casos, a liderança pode fazer melhor.
Paulo diz aos efésios: “E ele (Jesus) designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado…”. Ef. 4:11 ss
Ao ouvir isso, aprendemos três coisas importantes sobre o que é ser Igreja:
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O que a Igreja deve fazer - a obra do ministério se identifica pelo resultado – se o corpo de Cristo cresce, então a obra está sendo feita;
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A obra do ministério é tarefa de todos os santos – quem não trabalha para o crescimento da Igreja não está fazendo a obra do ministério;
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Os santos só farão a obra do ministério se os ministros, presentes de Cristo à igreja, se dedicarem ao preparo deles.
Apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres e posteriormente diáconos e epíscopos – todos devem produzir um único resultado: os santos preparados para trabalhar no crescimento da Igreja. Muitos crentes resistem a evangelizar por não gostar de distribuir folhetos. Tudo bem há várias outras maneiras de evangelizar, e a diversidade de dons na igreja é justamente o que produz a diversidade de estratégias. Se um crente não encontra uma maneira de evangelizar, é possível que algum dos dons da igreja não esteja operante.
Na prática
- Quando um apóstolo prepara os santos para a obra do ministério, eles saem pelo mundo fazendo a evangelização pioneira e ficam conhecidos como missionários.
- Se for um profeta quem prepara os santos, eles aprendem a fazer a evangelização comunitária – reconhecendo as causas dos males da comunidade e proclamando a solução do Evangelho.
- Quando um evangelista se conscientiza de que seu trabalho não é só evangelizar, mas preparar os santos para fazê-lo, ele ensina a evangelização proclamatória e os crentes saem anunciando a boa notícia a toda criatura.
- Se for o pastor quem ensina os crentes a evangelizar, eles aprendem a evangelização pessoal, interessando-se pelas dores de cada pessoa e ministrando Cristo para sua realidade particular.
- Quando um mestre é quem está ensinando, os crentes ficam preparados para a evangelização apologética – aprendem a responder com mansidão aos questionamentos dos incrédulos.
- Os diáconos também devem preparar os santos – assim eles podem fazer a evangelização servidora – socorrendo o corpo finito enquanto ganham para Cristo a alma infinita.
- Finalmente, aquele que preside a igreja (epíscopo – supervisor), quando prepara os santos, lhes ensina a evangelização estratégica, que combina, conforme a oportunidade, todos os outros tipos de evangelização. Contudo, se alguém não se encaixa nessa diversidade de estratégias e unidade de propósito, ainda precisa ser evangelizado!”
Estamos juntos!!
1 Remanescente
Fonte: http://www.evangelizabrasil.com/2008/09/05/que-muro-altoso-falta-pintar/


Recentemente o jornal O Estado de São Paulo reproduziu um artigo publicado nos Estados Unidos sobre a prática de diversas igrejas evangélicas usarem “estratégias mundanas” para atrair jovens às igrejas. O argumento é simples: as igrejas precisam e desejam atrair jovens para lhes pregar o evangelho e a mensagem de paz, mas como os jovens parecem não ter interesse nesse tipo de assunto, elas decidiram lhes o que eles querem (a oportunidade de jogar em grupos um video-game violento da moda) e depois tentam lhes anunciar a boa-nova de Jesus. A principal discussão em torno desse assunto é se a experiência dos jogos violento no interior da igreja não vai contra a mensagem de paz que a mesma igreja tenta pregar.